Ora Então Um Grande Bem Haja ... oprazerdainsolencia@sapo.pt
Quinta-feira, 16 de Março de 2006
a importância social da casa de banho
no outro dia espirrei enquanto mijava e saiu-me um jacto de urina de tal ordem que se me aleijou as paredes internas da verga e aconteceu o quê? gritei, gritei mas gritei alto com o diâmetro da minha pila a tomar proporções dramáticas devido à forte corrente de urina que a atravessava, gritei muito alto mesmo, gritei ainda mais alto do que a protagonista do filme “marta lambona e os três orangotangos” nas suas cenas mais escaldantes... gritei mesmo muito

fugiu-me então a ideia para um pensamento lógico... como seria se este berro não tivesse sido no refúgio do meu lar mas sim numa casa de banho pública? será possivel idealizar uma sociedade sem casas de banho privadas? e é mesmo verdade que as indianas emanam um cheiro putrefacto da vagina por excesso de caril?

local preferencial de leitura e masturbação para uns, de higiene para outros e de exposição de burriés e pelos púbicos para uma pequena franja social, a casa de banho é o único espaço onde uma pessoa pode ser ela própria... acredito que antigamente no tempo em que os animais falavam e que o dias da cunha... também falava, as pessoas viviam todas juntas numa enorme comunidade qual acampamento hipie e a única razão que fez com que cada uma tivesse a sua própria casa foi ter uma casa de banho só para si, eu tenho em minha posse documentos cuja autenticidade foi garantida pelo macaco adriano e que comprovam a seguinte teoria...

um dia o jovem lelo revoltou-se com a sua comunidade ‘uni-banheiral’ e farto de ver as suas fezes serem expelidas pela boca devido ao acomular de merda no seu corpo registado após longas esperas para ir cagar, lelo proferiu as palavras que levaram à desmantelação da sociedade ‘uni-banheiral’, lelo estava para a sociedade uni-lavabo como gorbachov para a união soviética, “tou farto desta merda, tenho de ficar á espera horas a fio para me lavar e quando chega a minha vez já se acabou o sanex e sou obrigado a utilizar a imitação do mini-preço, quero cagar em paz em vez de me sentar numa pilha de cocó que entretanto se acomulou após 47 pessoas terem defecado depois do autocolismo ter dado o berro, quero ter um bidé só para mim e estou farto de calhar no poliban e não poder tomar banhos de espuma... estou triste e desapontado com os meus e é por isso que vos vou abandonar e criar uma comunidade que renegue às casas de banho e aos princípios da higiene, daqui em diante, aqueles que me seguirem utilizarão as banheiras exclusivamente para plantar couves ou afogar inimigos”, surgiram então os ciganos

realmente mil pessoas em fila indiana à espera de vez para os lavabos não é de todo suportável, alem disso as taxas de homossexualidade por proximidade anal à zona pélvica frontal de outro macho iriam disparar certamente para os índices máximos registados, apenas comparaveis ao das filas das repartições das finanças ou para as bichas das bilheteiras da luz para o benfica - barcelona que já originaram aliás 8.500 pedidos de uniões de facto entre robustos benfiquistas de bigode farfalhudo, tatuagem da guerra colonial e lugar cativo no barbas em frente à televisão, esses grandes larilas

podendo variar no que toca à cor, tamanho, disposição e odor, uma coisa é tão linear nas casas de banho como o peito de uma mulher vítima de cancro da mama, as torneiras do bidé encontram-se empenadas e fazem uma chiadeira equivalente ao de um claustrofóbico enclausurado entre os seios da fafá de belém...

o lavabo mantem ainda hoje uma função social muito forte, foi numa casa de banho pública que como todos sabemos, george michael assumiu ser uma pessoa com problemas hemorroidais com a célebre frase “ui que me dói tanto o rabinho, quem é o senhor que está aqui atrás de mim? o senhor repare que me está a dar com o malho, olha prontos não para quieto o moço, afinal não são as almorróidas que me aleijam...”

fica então provado que foram as casas de banho que deram origem às sociedades modernas ocidentais bem como à homossexualidade, aos ciganos e à tv 7 dias

ora então um grande bem haja


publicado por Insolente às 21:18
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Domingo, 5 de Março de 2006
bill gates: um triste patêgo
bill gates, sem dúvida o patêgo mais respeitado do mundo... é um homem cuja face, estilo, pose e estrutura óssea transparecem um elevado grau de parolice apenas ultrapassado pelo inigualável armando gama, isto apesar de ser o homem mais rico do planeta, conta-se que o próprio armando gama é pago por bill gates para manter propositadamente o visual mais ridiculo do mundo de modo a que as atenções não recaiam sobre o próprio milionário, que outra explicação haverá para o disparate que é armando gama?

pergunto-me muitas vezes quem é que gozaria com o bill gates na escola? se ainda hoje tem ar de totó imagine-se no liceu onde informático que se preze tem borbulhas e metade do seu peso total nos óculos, faria certamente parte do clube de xadrez e na galhofa com os seus amigos igualmente trolls comunicavam em código binário ou isso... é facil presumir que tenha sido alvo de chacota durante todo o ensino e virgem até fazer o seu primeiro milhão

o bill gates é o típico rapazinho que ficava semanas inteiras fechado no cacífo sem que ninguém desse por falta dele até que o cheiro das fezes acomuladas chamava a atenção da senhora da limpeza (reparem como fugi à expressão “preta da limpeza”), é o típico cromo cujo stôr de informática escarrava nos olhos porque não era tão inteligente como ele e o professor de ginástica obrigava a correr de cuecas do lado das raparigas para galhofa geral, toda a escola fazia apostas para ver quem é que conseguia projectar para o mais longe possivel o bill com os respectivos automóveis... foi campeão da escola no baseball e considerado pela sua equipa como o taco da sorte, foi também importante para a sua equipa de paint ball porque desde que billy se juntou à equipa passaram a ter um alvo em movimento nos treinos, nos acampamentos de verão esfregavam-lhe bifes na cara só para verem os ursos a correr atrás dele... fazia falta o bill...

se a vida dele fosse um filme, depois de o encherem de ketchup durante a hora de almoço vinha uma mocinha bonita defendê-lo dos mauzões mas como não é um filme até as feias mais porcas e ranhosas íam ter com ele para lhe esfregarem burriés nos dentes e espremerem borbulhas para cima dos olhos... faz-me feliz acreditar que tive uma infância melhor do que a do homem mais rico de todos os tempos, digam lá que não...

aposto que com o dinheiro que tem criou uma fundação cujo o único propósito é fazer a vida negra às pessoas que gozaram com ele na escola através de acontecimentos vingativos... imagino o professor de educação física a chegar um dia descansado a casa e ter a sala repleta de orangotangos albinos a acasalar, obrigar o professor de informática a ver um filme inteiro do manoel de oliveira sem refeições ou intervalo para o xixi, para os tipos que o atropelavam contratava uma equipa de mineiros que lhes atirassem constantemente garrafas de vidro à testa para o resto da vida e finalmente para a gaja que lhe esfregava burriés nos dentes pagava a um senhor malcheiroso que fosse atrás dela para todo o lado a dizer-lhe baixinho ao ouvido “és uma puta, és uma puta, és uma puta, és uma puta, és uma puta...” para toda a eternidade...

às tantas dou por mim a pensar como seria se um dia um dos gajos que gozava com o bill precisasse de dinheiro e lhe fosse fazer o choradinho “ó bill então tás fixe ó quê? tás com bom aspecto e tal nem parece que te dávamos pontapés nos maxilares com botas da tropa, imagino o que te deves rir a lembrares-te desses tempos hã bill? o som do maxilar a rachar, aquele osso da perna que tu tinhas que já não endireitava lembraste? c’a giro pá... olha por falar nisso uma vez daquelas em que te pisei o crânio, não sei pá, devo ter torcido o pé duma maneira esquisita quando a tua caixa encefálica cedeu que ainda hoje me dói, já fui operado e não sei quê, montes de tratamentos mas nada e agora ando com dificuldades de guitas tás a ver, é que antes ainda me pagavam para atropelar na brincadeira os teus amigos do clube de xadrez com o mustang mas entretanto perdeu a piada conforme íam ficando sem membros, é que não é a mesma coisa vê-los serem projectados no ar se não tiverem braços para abanar ao sabor do vento e para se protegerem antes de serem enfiados contra o muro de cimento tás a ver né bill? eh eh eh... e pronto agora ando mesmo enrascado de trocos...”

ora então um grande bem haja


publicado por Insolente às 17:37
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